nota oficialCompanheiras e Companheiros,

 

Há muito tempo que o SINTSPREV MG enfrenta os ataques do projeto neoliberal para a privatização e o desmonte dos Serviços Públicos. Enfrentamos todos os ataques do governo Tucano, as reformas do governo do PT, inclusive lutamos e não conseguimos impedir o aumento da idade para homens e mulheres se aposentarem. A mudança no pagamento das pensões e a criação do famigerado FUNPRESP e EBSERH.

Após o impeachment o governo ilegítimo aprofundou estes ataques fazendo a reforma trabalhista, a terceirização em todos os setores da economia e a EC 95 que congela os concursos e salários por 20 anos.

O SINTSPREV/MG atendendo a convocação da FENASPS enviou caravanas com militantes e esteve em todas as lutas em Brasília, nas greves gerais, no ocupa Brasília em maio, e sempre presente em todas as ações do Estado de Minas Gerais, como a recente ocupação da Superintendência Sudeste, que foi a primeira a contratar servidores terceirizados para desempenhar funções estratégicas no INSS. estivemos também na ocupação da Direção Central do INSS. Aliás foi na luta junto com os demais trabalhadores que barramos, temporariamente, a Contrarreforma da Previdência Social.

Em relação aos ataques e ilações feitos pelo, recém-empossado diretor da FENASPS, algumas providencias já foram tomadas estão tramitando nos fóruns competentes.

Mas a última verborragia terá resposta nos devidos fóruns do Estado, mas vamos cobrar uma posição da direção da FENASPS, se este é o papel que cabe aos seus dirigentes, para fazer a disputa estarem atacando as direções das entidades filiadas, que cumprem todas as resoluções dos fóruns da Federação.

Em relação as filiações e desfiliações, caberá a direção eleita dos Sindicatos aplicarem os Estatutos da entidade, e como num processo democrático as divergências são debatidas nos fóruns da categoria e assim em todos os sindicatos democráticos.

Para quem não conhece a realidade Minas Gerais, após a greve de 2015, centenas de servidores do INSS, compelidos por ex-chefes do INSS representante no governo do PT, e outros servidores, foram responsáveis por 130 desfiliações, uma parte conseguimos refazer as filiações, outros ainda não. Porém no Estatuto do Sindicato tem as obrigações e deveres dos associados, e quem contribuir ou for responsável pelos danos a entidade poderá ser desfiliado e processado judicialmente por seus atos.

E como a questão é uma prerrogativa da categoria de Minas Gerais, não é possível apresentar os nomes dos(as) responsáveis pelas desfiliações, que prejudicaram muito a organização e a luta destes trabalhadores, sem contar o prejuízo com 130 desfiliações que podem chegar a mais de 300 mil reais em 3 anos.

Portanto antes da crítica voluntária ou gratuita, procurem ouvir os dois lados da questão, saber a fundo a verdade dos fatos, para não propagarem ilações, mentiras, injurias e calunias que serão devidamente tratadas nos fóruns competentes.

Vamos seguir em frente sempre na luta, pois os ataques do capital contra as conquistas da classe trabalhadora nunca param. E quem é de luta, jamais desiste!

 

Belo Horizonte-MG, 09 de Maio de 2018.

 

Diretoria Colegiada do SINTSPREV/MG

 

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