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Passadas as eleições, o governo Temer, o Congresso e até mesmo o presidente eleito Jair Bolsonaro estão falando em fazer urgentemente a Reforma da Previdência. O discurso é o mesmo de sempre: "que a Previdência está quebrada", de que "é preciso equilibrar as contas públicas", que "se não houver reforma a Previdência quebra".

 

São falsos argumentos para enganar a população e impor uma reforma que, na prática, só penaliza os trabalhadores. Enquanto isso, eles mantêm seus privilégios, como as isenções às empresas e aumento nos salários como o que foi dado aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Pra isso, eles têm dinheiro.

 

As propostas em discussão são várias, mas uma coisa têm em comum: todas representam graves ataques à aposentadoria e aos direitos previdenciários (veja no link abaixo). Bolsonaro esteve em Brasília para discutir a transição de governo e a principal discussão foi como aprovar a reforma.

 

Vão tentar fazer alguma coisa agora, mas se não colar, no ano que vem eles voltarão à tona com carga total, com uma reforma turbinada. Temos de nos preparar e nos organizar desde já, pois eles vão vir com chumbo grosso contra os trabalhadores!

 

Confira aqui íntegra do boletim da CSP-Conlutas.

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