quinta-feira, 09/06/11

Plano de saúde: 2º bem mais desejado por brasileiro

planodesaude2011.jpgPesquisa encomendada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) ao Instituto Datafolha revela que ter um plano de saúde é prioridade para brasileiros não-beneficiários de oito regiões metropolitanas do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e Manaus), logo depois da casa própria.

A amostra concluiu que a satisfação com o atendimento dos planos de saúde está alta entre aqueles que possuem o benefício: 80% estão muito satisfeitos ou satisfeitos com seus planos de saúde, independente da região pesquisada, sugerindo que quem tem plano não quer abrir mão deste serviço e quem não tem, gostaria muito de ter; a agilidade de marcação dos exames foi bem avaliada por 79% dos beneficiários, assim como a marcação de consultas, bem avaliada por 78% dos entrevistados que têm plano de saúde; cerca de 63% dos beneficiários que buscaram algum dos serviços de saúde do seu convênio médico no último ano, consideraram que, todas as vezes, o atendimento recebido resolveu seu problema. 20% consideraram seu problema resolvido na maior parte das vezes, totalizando 83% de beneficiários satisfeitos com a solução do seus problemas de saúde; 95% dos usuários de Planos de Saúde conseguiram autorização para todos os procedimentos médicos solicitados nos últimos 12 meses; 86% elogiaram o atendimento recebido durante as consultas e 85%, durante os exames; e 64% dos assalariados registrados nas regiões pesquisadas têm plano de saúde. Em contrapartida, este percentual é de apenas 25% dentre os trabalhadores informais, sem vínculo empregatício.

A pesquisa foi encomendada pelo IESS a fim de conhecer o comportamento dos beneficiários de planos e medir sua satisfação com o serviço. Foram ouvidas 3.253 pessoas, entre beneficiários de planos de saúde e não beneficiários, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e Manaus. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. A pesquisa foi realizada entre os dias 24 de janeiro e 4 de fevereiro.

Fonte: Monitor Mercantil
Brasília, 09 de junho de 2011

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